
Os líderes das grandes igrejas e denominações concordariam sobre os perigos de se verem famosos. Além da vaidade de se acharem Superungidos, vêem as bajulações dos medíocres que querem pegar carona nos sucessos repentinos.
Pior, existem muitos que enxergam o púlpito como palco. Sedentos dos seus quinze minutos de fama, prometem “abençoar” o povo como autênticos levitas bíblicos.
Hoje essa igreja vive seus momentos de exuberância, mas demonstra claramente que logo entrará em franco declínio. Porém não há motivo de pânico. Se isso realmente acontecer, uma “nova Igreja surgirá”. Limpa disso tudo...
Jesus criou o caminho da fé na graça e no amor de Deus, o que deveria ser algo livre como o vento, e vivo e móvel como a água, algo muito, mais muito longe de uma proposta religiosa.
Tudo o que Jesus queria era que os discípulos continuassem discípulos, e que os apóstolos fossem os servos de todos; sem haver nem alguém maior, e muito menos, um lugar mais santo ou um centro de poder.
Na realidade, quem entendeu o Evangelho e seu significado, sabe que o Cristianismo se tornou uma perversão da proposta de Cristo, transformando o Evangelho puro e simples numa religião, com Dogmas, doutrinas, usos, costumes, tradições com poder de imutabilidade e muita barganha com os homens, em franca e pagã manipulação do nome de Deus.
No Cristianismo, Deus tem Seus representantes fixos e certos na terra(o clero), seja ele Católico ou Protestante, tem Suas doutrinas e Dogmas escritos por concílios de homens patrocinados por reis, e tem na sabedoria deste mundo seu instrumento de elaboração de Deus: a teologia. Que fórmula de bolo!
O mundo conheceu o Cristianismo, mas não teve muita chance de conhecer o Evangelho, conforme Jesus e segundo as dinâmicas livres e libertadoras do caminho, de acordo com as narrativas dos evangelhos, nas quais o único convite que existe é para se seguir a Jesus.
Liberte-se da religiosidade. Aprenda a ler a Bíblia com ouvidos atentos ao Espírito e não a tudo que foste ensinado a compreender.
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